
Na manhã desta terça-feira(05), o prefeito de Água Preta, Noé Magalhães (PSB), foi preso em um luxuoso apartamento na Avenida Boa Viagem, no Recife, durante a segunda fase da Operação Dilúvio, realizada pela Polícia Federal. A operação é resultado de uma extensa investigação que revelou uma série de crimes, incluindo corrupção, desvio de fundos públicos, agiotagem e lavagem de dinheiro, com suspeitas envolvendo agentes públicos, empresários e cidadãos comuns.
A ação conduzida mobilizou uma equipe de 40 policiais federais, além de servidores da Receita Federal e da Controladoria-Geral da União. Esta operação resultou na execução de sete mandados de busca e apreensão, bem como um mandado de prisão preventiva, com o prefeito Noé Magalhães sendo o principal alvo. A Polícia Federal ressaltou que as penas máximas estimadas para os crimes investigados podem ultrapassar 40 anos de reclusão.
Um ponto de destaque nas investigações foi a contratação, em caráter de urgência, de uma empresa prestadora de serviços de manutenção corretiva e preventiva da frota municipal. A empresa, de acordo com as apurações, teria assumido custos que incluíam passagens aéreas internacionais em classe executiva para o prefeito e sua esposa.
Com informações do Blog Taciana Lopes





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