
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está programando uma cirurgia no quadril para o próximo dia 29, e as preocupações estão crescendo entre ministros e aliados quanto à gestão de sua agenda durante seu período de recuperação. A cirurgia o obrigará a despachar do Palácio da Alvorada por aproximadamente um mês, conforme relatado pela coluna de Mônica Bergamo, no jornal Folha de S.Paulo.
A maior preocupação gira em torno do fato de que, durante sua ausência, a responsabilidade pela agenda presidencial recairá sobre a primeira-dama, Janja da Silva. Ministros e auxiliares temem que isso resulte em uma agenda ainda mais restrita para o presidente, especialmente para aqueles que não desfrutam de total simpatia por parte da primeira-dama.
De acordo com a coluna, Lula deve retomar suas atividades no Palácio da Alvorada na semana seguinte à cirurgia, embora por um período de aproximadamente 15 dias ele precisará utilizar um andador para se locomover. Esta mudança na dinâmica de trabalho levanta questões sobre como as decisões e reuniões serão conduzidas durante esse período e como a influência de Janja da Silva pode impactar nas diretrizes do governo.
À medida que a data da cirurgia se aproxima, o governo e seus ministros aguardam ansiosamente para ver como essa mudança temporária na gestão da agenda presidencial se desenrolará e quais serão os efeitos sobre as políticas e diretrizes do país.
Foto: Divulgação





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