
A Inteligência Artificial (IA) tem se mostrado cada vez mais presente e acessível em diversas áreas, desde a saúde até a indústria, passando pela comunicação e o comércio. Entretanto, no campo jurídico, essa tecnologia ainda enfrenta desafios consideráveis, conforme aponta Rômulo Miranda, especialista em Direito Empresarial e Societário da PHR Soluções Jurídicas.
Segundo Miranda, apesar dos avanços tecnológicos, a IA ainda não consegue lidar com questões cruciais na elaboração e interpretação de contratos. “A Inteligência Artificial não é capaz de definir, com precisão, o escopo contratual, definir prazos ou prever adequadamente as penalidades associadas a possíveis descumprimentos”, explica o advogado. Essas limitações, segundo ele, podem gerar litígios futuros e expor tanto indivíduos quanto empresas a riscos consideráveis.
Miranda destaca que a definição correta de aspectos contratuais é fundamental para a segurança jurídica das partes envolvidas. “Essas são questões fundamentais em toda relação contratual e que, se indefinidas, podem levar a litígios futuros e a riscos consideráveis tanto para indivíduos quanto para empresas. Portanto, é essencial que um advogado de confiança seja consultado para garantir que esses aspectos sejam tratados com a devida precisão e segurança jurídica”, orienta o especialista.
O cenário levantado por Miranda demonstra que, apesar da crescente popularização e eficácia da IA em diversas áreas, o papel do profissional do direito ainda é insubstituível quando se trata de garantir a precisão e a segurança em questões contratuais.
Foto: Rômulo Miranda/Divulgação





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