
Um levantamento divulgado nesta quinta-feira (2) pelo instituto AtlasIntel revela um cenário de alta rejeição a lideranças políticas em um estado brasileiro, com destaque para a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, que aparece como a mais rejeitada entre os nomes avaliados.
De acordo com os dados, Gleisi Hoffmann registra 59,3% de rejeição, superando, ainda que por margem estreita, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que soma 59,1%. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, aparece na terceira posição, com 44,9%.
A pesquisa ouviu 1.254 eleitores entre os dias 23 e 30 de março e apresenta nível de confiança de 95%, com margem de erro de três pontos percentuais. O questionamento feito aos entrevistados foi direto: “em qual dos políticos listados você não votaria de jeito nenhum?”.
O levantamento também traz outros nomes com índices elevados de rejeição. Entre eles estão Requião Filho (40,7%), Flávio Bolsonaro (38,1%) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (36,6%). Na sequência aparecem Alvaro Dias (36,4%), Rafael Greca (35,4%) e o senador Sergio Moro (32,8%).
Com percentuais menores, figuram ainda Deltan Dallagnol (27,9%), Eduardo Pimentel (27,5%), Ratinho Junior (27,2%) e Cristina Graeml (26,4%).
Completam a lista Filipe Barros (25,9%), Alexandre Curi (25,3%), Ronaldo Caiado (22,2%) e Guto Silva (20,6%). Apenas 0,4% dos entrevistados afirmaram não rejeitar nenhum dos nomes apresentados.
O estudo evidencia um ambiente de forte polarização e desgaste político, no qual até mesmo figuras de projeção nacional enfrentam índices expressivos de rejeição junto ao eleitorado.
Redação com informações da Revista Veja





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